Eu posso te amo letras

O maior mentiroso de todos.

2020.10.18 01:03 Scarlev O maior mentiroso de todos.

Existem vários indivíduos desse tipo. Um em especial, é o maior de todos. Eu. Aquele que mente para si mesmo.
Vou contar como acabei com uma amizade de 15 anos com uma das pessoas que mais amo nesse mundo. Minha amiga. Ou pelo menos era.
Nos conhecemos desde os 5 anos, quando ela se mudou para a vizinhança — eu não tenho muita lembrança disso mas é o que meus pais me falaram. Hoje ambos temos 20, ou seja, é tempo para caralho. Muitas experiências ao longo dessa estrada. Éramos inseparáveis.
Agora o salto no tempo para sexta-feira da semana passada.
Toda sexta-feira nos últimos 6 meses, assistimos um filme em francês — que é a lingua que estamos aprendendo no momento. E bem, sabem como é filme francês, né? Sempre rola aquela putaria e, no calor do momento, ela me beijou e eu meio que correspondi.
Agora entra o maior mentiroso de todos, eu. Mesmo sendo uma cena que já imaginei diversas vezes quando mais novo, eu fugi daquilo. Eu rejeitei aquele momento. Por quê? O motivo é simples, a depressão que fode com a minha vida todos os dias.
São cerca de três anos nesse inferno, e as únicas pessoas que tem conhecimento disso são meus pais. Eu não quis contar isso para ela para não gerar preocupação desnecessária.
No momento nem ela entendeu direito, e ficou me olhando com aquela expressão de "an?". E foi naquele momento que eu coloquei tudo para fora e, depois de quase três anos consegui expressar algum sentimento real. Por fim, falei uma das maiores mentiras do mundo: "Eu te amo demais para te fazer sofrer. Você merece melhor".
Por quê? É o que me pergunto todos os dias.
No fundo eu sei que fiz a coisa certa, pois certamente não vou estar aqui nos próximos anos, mas porra, essa realidade dói muito mais do que esperava. Depois de três anos tentando segurar meus momentos ruins para não afetar ela, eu fiz essa merda.
Mais de uma semana sem trocar uma palavra com a pessoa que eu falava todo dia. Isso dói pra caralho.
Mas enfim, o que posso fazer? A culpa é minha.
Obrigado e boa sorte para quem leu as letras da minha desgraça até aqui.
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2020.05.20 11:11 digoritty Helo

De novo eu fiz isso. Olhei para o meu lado e não quis ver o seu. Nem sei pelo o que “estamos” passando. Falo desse momento confuso meu e de não saber aproveitar. É difícil falar sobre essas questões momentâneas. Não quero me sentir um peso, em situação de pena. Não quero cobrar por atenção, isso não sou eu. Mas por que diabos sempre dou uma mancada? É o fato de sentir saudades, o não estar e não poder controlar sentimentos vagos? Tu falou isso, que poderia te ligar, podemos resolver falando um com o outro, mas me sinto péssima sempre que te ligo, algo que eu preciso resolver. Sabe quando a gente corre atrás da pessoa e ela caga por você? É assim, que me sinto. Não falo de você não se importar com o que falo, mas de eu me sentir como se o que estivesse falando fosse “nada.” Puxa, escrevendo desta maneira, me coloco muito em uma posição, diria de me rebaixar, faço isso comigo e nem percebo. Não sei lidar com a distância, nunca soube. Tem a ver com o abandono. Nunca soube lidar, mas já melhorei muito, não to 100%, porém aprendendo. Usar “métodos” como o telefone me deixam com um sentimento estranho. Como se estivesse pedindo “por favor, fala comigo,” como se estivesse implorando por sua atenção. Por mensagem sinto um vácuo a cada resposta sua de meia hora, duas, cinco ou no outro dia. Onde eu me encaixo nisso tudo? To lendo e escrevendo e parece que não me valorizo pela mulher incrível que eu sou. Não quero viver de migalhas e nem de cobranças. Não quero me sentir pouca coisa. Eu não me sinto isso, mas desse jeito me consta essa “cobrança.” Essa geração tá acabando comigo. Como que vocês criam laços e círculo de amizades com a ausência? Eu cresci de um outro jeito, to tentando lidar, sempre quis melhorar isso, trabalhar o meu equilíbrio emocional e ter a mente aberta sobre coisas novas. Eu juro, procurei ajuda nesses últimos meses, juro por Deus!! Depois de setembro/outubro corri atrás disso. Mas não consegui, primeiro veio o carnaval, as pessoas entraram de recessão e por último veio o covid, sem contar que perdi minha consulta para ele. To sem saber se tem alguma vitamina ou algo faltando no meu organismo. Não sei se são os meus hormônios, não paro de emagrecer. Deu algo nos meus exames kkk Também não quero justificar o meu corpo e mente por serem responsáveis desse meu humor constante. Sei que tu não aguenta mais os meus textos e nem manter uma conversar pelo celular. Sei que já não sou igual ao que eu costumava ser. Fiz isso comigo esses dias, refleti que não me encaixo em nenhum grupo, não me sinto pertencente à nada nessa terra. Mas a grande insatisfação é por ter que sentir e fingir que não sinto. Outro dia queria te mandar um bom dia, dizer que estava morrendo de saudades, mas desisti, e a cada minuto desisto de ser eu, de demonstrar sentimentos, me sinto vazia e me sinto desconfortável em não saber me posicionar mais sobre nós. Não quero isso, sabe? Ser fria. Me sinto desonesta comigo mesma. Não me sinto verdadeiramente eu quando tenho que ser seca, ou não te responder na mesma hora que tu me escreve. Que diabo de ser humano eu virei? Credo. Não quero mudar por causa de aparelhos tecnológicos. Quero mudar por mim. Não me importo com pessoas, mas com as quais eu divido algo. E isso não é falta de amor próprio. To me preocupando com que vida eu quero levar e com quem eu quero estar. Nesse momento, temo em não sentir mais nada pelas pessoas que amo, já não tenho pela humanidade. Kkk Essa pessoa não sou eu. Não me sinto e nem quero ser esse mundo caótico. To sendo muito infantil ao ter 30 anos? Por muito tempo pulei algumas dessas etapas de amadurecimento. Sempre te falei que não cresci em um ambiente de lar normal, por isso não sei o certo, muito menos justifica acreditar que posso agir dessa maneira. Você me disse que não pode segurar a minha mão, mas que está do meu lado. Não entendo isso. Em que ponto você está do meu lado? Se te mando um oi, tu me responde eu to ótimo e a conversa para. Será que tudo isso é saudade só minha? Porque eu to morrendo dela agora. Hahaha Olha, eu sei um pouco sobre as suas vontades, sei que você é bem mais racional que eu, por vários momentos tu sempre foi. To tentando não ser “aquele tipo” de pessoa que tu odeia e que eu detesto! Não quero cobranças igual a ti, mas me sinto assim, com saudades de te ver. Será que fiquei para trás e não percebi ainda? O meu simancol é bem mais genérico do que parece. Ele vária entre paranóias e “o que será que ele quis dizer?” Até agora to sem entender sua mensagem, “não quero um amor...”, já não lembro da frase, mas você meio que deixou claro ali, por algum motivo que não consigo entender, que não queria um tipo de amor egoísta. Um tipo de obsessão em que um dos lados só enxerga o próprio rabo. Senti que estava sendo descartada pela sei lá que vez kkkk Mas me mandar isso por mensagem de celular e querer parecer o “bom” foi um golpe baixo. Minha paranoia diz que você me despacha quando tá tudo bem, na merda tu me procura, diferente das outras pessoas, tu nunca teve um não meu. Culpa minha! Admito que o amor me cegou. Mas não me arrependo. Fui toda euzinha, só não pude controlar sentir tudo isso na flor da pele. Foi mais intenso que os outros caras. Quase igual ao japa, até no aeroporto eu tive que ir para pensar. Vou lá para poder me enxergar de uma outra maneira. De que tudo isso pode ser um caso banal e complicado que eu mesma crio em defesa ao que realmente eu sou e consigo vencer sozinha.
Continuando, outro dia falamos sobre pessoas estarem tão bem que esquecem das outras. Tu disse que não esquecia. Mas até eu esqueço de mim kkk Esqueço de esquecer essas coisas vazias das quais eu luto “every single day.” Você ainda está aí? Sei que escrevi muito, me sinto bem quando escrevo. A forma que encontrei de sobreviver a este mundo, já que ninguém me ouve. Sei que sou complicadinha e segundo raimundos que erraram na letra, não sou perfeitinha!! Não sei o que você está passando se não me falar ou quiser me ouvir, por ter crise de “mulherzinha carente.” Sei que nem sempre tu quer me falar. Mas eu estou aqui. Sempre estive aqui por nós. Sou tola, né? Mas eu amo essa inocência, pureza, essa garota/mulher que habita em mim. Ahhh, ainda crio a maldita expectativa. Também não controlo isso, nunca controlei, tento desarmar esse erro que cresceu e faz parte de mim. De tudo que escrevi, só queria dizer que estou com saudade, Guiii. Tu nem precisa responder a isso tudo. Tá, vou morrer de tristeza, porque escrevi de madrugada e foi tudo tão verdadeiro. Tome o seu tempo, mas me liga!!! Mesmo quando você estiver “bem!” To com o outro chip tem semanas e nada de tu me ligar. Sei que você é mão de vaca ou tá de rolo e não tem tempo pra mim, mas me liga! Sinto a sua falta e já tentei cortar esse cordão umbilical há muito tempo. Disseram que o tempo cura tudo. To tentando me curar. Mas já tem uns sete meses. Sei que tu não quer e nem vai segurar a minha mão. Isso dói ouvir. Acho que não estou vendo o seu lado, porque você nunca me deixa ver. Por que sempre tenho os meus porquês? Quando foi que não deu certo? Eu sei de nós. Sei que a cada dia está mais longe. Ontem assisti um filme sobre isso. Achei incrível que nunca tinha visto esse lado em filmes infantis. Pessoas deixando as outras para fazerem a sua vida. O amadurecimento e a vida adulta. É disso que falava o filme. Não quero te comparar a ele. Mas tu me disse que não pode segurar a minha mão, mas está aqui por nós.
Nem sei mais o que escrever.
Tá tarde e ainda não dormi. Nem durmo mais. Ficou um pouco depressivo, mas foi um pouco de mim.
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2020.04.27 07:29 BrnNick O certificado CELTA vale a pena pra dar aulas de Inglês?

Title basically
Eu tenho 18 anos e atualmente estou cursando licenciatura em Letras - Português e Inglês e quero ser professor de qualquer um dos dois eventualmente já que eu amo a citada profissão (nunca tive contato muito direto com a mesma e tudo que sei sobre a experiência de trabalho vem de amigos professores então talvez eu seja iludido) e recentemente fiquei sabendo de um curso preparatório chamado CELTA (Certificate in Teaching English to Speakers of Other Languages) que aparentemente te dá mais preparo e um boost no currículo (Tem um certificado de Cambridge) para dar aulas de Inglês em escolas especializadas.
Eu tenho bastante interesse no curso mas ele é meio caro e apesar de ter condições de pagar precisa valer muito a pena porque não é sempre que se tira 4k do bolso pra estudar.
Sei que geralmente quando se trata da área de educação (não acadêmica) experiência conta bem mais do que 'onde' e 'o que' você estudou então se alguém que trabalha como professor de inglês puder me responder: Vale a pena fazer esse curso? A área de ensino de línguas tá muito saturada? Compensa ir atrás de escolhinhas de línguas enquanto não termino minha graduação?
Informações que talvez sejam relevantes para as respostas: O curso é da Seven Idiomas mas também posso fazer na cultura inglesa, só que é mais caro moro em São Paulo e sou fluente auto-didata em Inglês (então apesar de fazer quase tudo no idioma por texto meu sotaque no Speaking ainda lembra um vietnamita um pouquinho, mas nada que não se resolva com muita prática).
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2020.01.18 21:28 cardosothiago O meu desabafo dói

Sempre deixei minhas feridas abertas para que minha familia pudesse ver, lembro que alguns anos atrás eu nao conseguia tomar café, por que eu sentia ansiedade e descontrole, então qualquer café pela manhã me dava muita ansiedade. As vezes eu pude ver que meu pai nunca ligou pra isso, ou ate mesmo nunca tive um incentivo dentro de casa (nunca existiu) , tudo que eu tive foi uma resposta pessimista e sempre uma desculpa pra tudo, e quando eu me descontrolava eles vinham me consolando, mas a única vez que eu mereci desculpas foi quando meu pai apontou a faca pra mim e disse que iria arrancar o meu pescoço, estive errado, por que eu gritei e xinguei ele. (Eu denunciei isso) Mas sempre pq meu sentimento grita, eu ja corri atras de muita coisa, ja tentei varias coisas e ganhei dinheiro, aliás, poderia gritar quantas vezes fosse preciso, eu sei que minha familia amou ver eu berrar e contar tudo, ver minhas crises, eu deixei claro, ja fiz testao na net, varios amigos e sempre bati na porta do espirito dizendo: nesse sentimento que estou afogado nao tem ninguém. Quanto mais eu imploro por afeto, nao tem ninguem na familia que dividiu algo, nunca tive isso de abraço, eu te amo. Só uma pressão eles quererem colocar meus sentimentos num boneco e ver eu berrar toda as vezes que eles apertarem, manipulação emocional e pressão. Digo com todas as letras minha familia alfinetou meu sentimento, durante tanto tempo pude perceber que não era eu o errado, mas sim oque eu entreguei, tentei me aproximar do meu pai mesmo morando com ele varias vezes, das minhas irmãs, mas toda as vezes que eu ia contar dos meus sentimentos eles tomavam governo sobre mim, mas nunca ouve reciprocidade de nada, eles sempre transparecem segurança total sobre isso.
Eles aproveitam o tempo possivel, eu ja tive varios episodio de loucura, fugi de casa, fiquei sem entender nada varias vezes, com muito medo. E depois a impotência veio e eu me levantava toda ás vezes
Por tantas das vezes que eu achava que ainda podia contar com minha mãe, nao eram os melhores conselhos do mundo ou a resposta que eu precisasse ouvir. Hoje eu ja aceitei todos como são, sei que o tempo pode vingar, sei que ja superei.
Pude sentir na minha alma como tudo isso estava me deixando com ódio, foi muita coisa a mais nesses 24 anos de idade, hoje eu só vejo zumbis nos corpos da minha familia e existe uma coisa muita forte ne mim hoje que, mesmo que eles mudassem como são, nada irá tirar as marcas de tanta estorçao, nunca correram atrás de nada para mim, eu lembro quando estava tirando minha identidade com 12 anos ja andava em vários lugares, era uma vontade muita grande de viver.
Eles souberam apertar meu botão do descontrole durante todos esses anos, mas hoje eu assumo o controle do meu interior. Eu fiquei com o papel de louco, sempre tiraram minha razão pra tudo.
Hoje em dia nao tenho motivos pra me expressar ou falar, chega de ser julgado, eu posso ser milionário um dia e ser feliz em qualquer parte desse mundo. Mas foi impossível ter tido o que eu queria que era um abraço, hoje eu sei que as pessoas tem prazer em fazer e ver as outras sofrerem
O que eu carrego hoje no meu peito é a liberdade do narcisismo. Eu busquei por muito tempo que aquelas sessões de tortura era falta de entendimento
Eu carrego em mim hoje os meus sentimentos e nada do que eu tive coisas que o dinheiro nunca vai pagar. Carrego o silêncio mortal pelos cómodos da minha casa
Fui assassinado muitas vezes por carregar profundidade, sentimento... Dentro e fora de casa.! E percebo que as pessoas estão fugindo dessa zorra, ou fingindo nao ter nada por dentro
Nao era minhas estratégias eram minhas vulnerabilidades, hoje eu percebo que se eu fizer barulho de felicidade vao querer roubar, é por que é com a alma. Mas estou no razo outra vez
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2019.12.25 12:49 JoaoVictormuli Girassol Sax cover priscilla alcantara e whindersson nunes girassol saxofone

Girassol Sax cover priscilla alcantara e whindersson nunes girassol saxofone, interpretação da música girassol do whindersson nunes em homenagem a Gabriel diniz, com participação da priscilla alcantara versão em saxofone feita por mim : João Victor Muli sax cover da música girassol Musica girassol : priscilla alcântara e whindersson nunes SE você curtiu deixa seu like e se inscreva se no canal... Grato📌
segue lá no insta: https://www.instagram.com/p/B5QIENolj...
👉🏼Fiz essa versão cover em uma hora em que estava tirando repertório aí em uma melodia me lembrei dessa música, e gravei minha interpretação diante Desse Melodia incrível, eu tentei fazer um efeito de luz mais acabou que não ficou muito legal rsr mais se vcs gostarem vou fazer uma versão bem melhor 🌻usei algumas imagem no começo do vídeo foi de cenas reais na Alemanha onde estive, e fui convidado para tocar
Se a vida fosse fácil como a gente quer Se o futuro a gente pudesse prever Eu estaria agora tomando um café Sentado com os amigos em frente à TV
Eu olharia as aves como eu nunca olhei Daria um abraço apertado em meus avós Diria eu te amo a quem nunca pensei Talvez é o que o universo espera de nós
Eu quero ser curado e ajudar curar também Eu quero ser melhor do que eu nunca fui Fazer o que eu posso pra me ajudar Ser justo e paciente como era Jesus
Eu quero dar mais valor até o calor do Sol Que eu esteja preparado pra quem me conduz Que eu seja todo dia como um girassol De costas pro escuro e de frente pra luz
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Tegs ignore: girassol - priscilla alcantara feat. Whindersson, girassol 🌻 priscilla alcântara e whindersson nunes, Girassol, girassol sax, girassol sax cover, girassol cover, girassol whindersson nunes priscilla alcantara letra, girassol priscilla alcantara, girassol priscilla alcantara partitura, girassol saxofone
link do video : https://youtu.be/tqYS0lts0uM
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2019.06.04 03:23 lucius1309 FOGUEIRA (QUASE) APAGADA

Não me considero uma pessoa ruim. Já fui, mas hoje não me considero ruim. Vejo em mim um garoto ainda imaturo tendo que me forçar a amadurecer diante das situações que a vida me oferece.
Não há escolha.
Tudo o que faço é porque eu, a vida ou os dois me colocaram nessa situação. No meu tempo livre, ouço discos, bato textos e vejo seriados. Nada demais, nada fora do comum.
Talvez eu ainda sinta falta de quando eu fazia as coisas fora do comum.
Noitadas irresponsáveis, putas, bebedeiras, drogas, música alta, brigas em bares, roupas rasgadas, carteiras perdidas, celulares roubados, vômitos em sarjetas, roubos de garrafas de 51 que estavam em encruzilhadas, mendigar álcool de posto porque não tinha dinheiro pra beber, pontadas no fígado, problemas de visão turva, nariz sangrando todos os dias pelo excesso de cocaína, falta de responsabilidade com as pessoas que um dia me amaram, descrédito nos empregos, etc etc etc.
Tudo era muito pesado, mas eu conseguia lidar bem. Talvez eu sinta falta disso, por mais que eu lembre de todo o sofrimento. Sempre acreditei que o homem mais perto do buraco era o mais criativo, o mais real, o que mais tava apto pra construir uma bomba atômica ou descobrir a cura do câncer. Quanto mais desespero, melhor.
Isso não passa de um comportamento auto destrutivo que minha cabecinha doente gosta de alimentar. Alimenta noite e dia, praticamente todos os dias. Mas por enquanto tenho ficado calado, andado na sombra, chutando pedrinhas e guardando dinheiro, transando quando dá e fazendo churrascos regados a refrigerante com os dois únicos amigos que sobraram. Não posso falar que a vida está ruim, mas a sensação de vazio talvez ainda esteja presente de forma muito intensa.
Gosto de pegar o carro e correr acima da velocidade. Sei que não é o mais correto, sei que isso não se faz, mas é uma forma de adrenalina. Adrenalina que antes era em excesso, e agora beira o absurdo de nada. Eu deveria fazer um esporte radical, correr de moto num autódromo ou pular de paraquedas. Ou eu deveria dar um tiro na minha cabeça e acabar com tudo num momento de fraqueza.
Quem pode me dizer que eu estou errado?
Tenho dois sentimentos pelo ser humano, oscilam entre apatia e nojo, no geral é apatia, e dependendo da situação é nojo, muito raramente gosto de alguém, mais raramente ainda amo alguém. Não faço isso por mal, eu só não consigo sentir falta das pessoas quando elas se vão. A presença delas é na maior parte das vezes, indiferente. Vivo sozinho e não consigo chorar, faço comida quando chego do trabalho e levo a vida pacata e bem demais.
Ao menos acredito que bem demais. Uma "família" indiferente me fez uma pessoa indiferente. Bingo! Temos a resposta.
Se caísse uma bomba atômica e só restasse eu, eu ficaria muito bem.
Não tiro a razão do assassino em vários casos que vi.
Talvez o erro tenha sido ler muita coisa pessimista na adolescência, me isolar e começar a beber todos os dias em que acordava de ressaca. Ouvir música violenta e raspar a minha cabeça. Minha cara magra e chupada de tanto cheirar cocaína entregava que eu estava num caminho sem volta. Agora ganhei uns quilos, me olho no espelho e grandes merdas. O ser humano de antes permanece ali.
Ele não foi embora, ele só mudou.
E eu odeio mudanças. Tenho medo de mudanças. Quando criança, mudava demais de casa, consequentemente de escola, de amigos, de quarto, de mobílias e de situações sociais. Sempre odiei isso.
Tenho receio de mudar, mas infelizmente preciso.
Minhas explosões ainda ocorrem, só que geralmente eu, na condição de homem adulto que mora sozinho e paga suas contas, posso xingar as paredes de casa, mandar tudo se fuder e transparecer calma nas situações mais delicadas. Acreditem ou não, meu segredo para parecer o cara mais são da face da Terra, é ser completamente insano quando estou sozinho. É xingar tudo o que eu quiser xingar. Já imitei gatos miando, às vezes ainda imito, mas agora tô mandando o mundo tomar no cu.
E ninguém sabe disso.
Talvez nunca ninguém vá saber, e assim é infinitamente melhor.
A vida nunca vai estar boa o suficiente pra mim, por mais que ela beire a perfeição, porque é claro que o problema não está na vida ou nas pessoas, está em mim. E esse meu problema parece não solucionável em 99% das vezes que penso nele. Parece um resto de fogueira, quase apagada. Mas existe aquele 1%, uma brasa, uma fagulha, que insiste em se manter de pé, e que pode ser a solução.
De 100 futuros possíveis, somente em 1 deles a minha vida pode dar certo. (É, eu sei, peguei essa referência ridícula do filminho de herói. Que aliás, nem assisti.)
Me agarro em minhas incertezas e vejo brilho nos meus olhos uma vez por mês, e geralmente nesses dias eu procuro ser uma pessoa melhor, saio na rua e sorrio pras pessoas, peço licença, digo obrigado, desculpas, pode passar, entre outros comportamentos bem educados que mamãe me ensinou antes de se afundar inicialmente numa garrafa de vodka e posteriormente numa depressão. Não a julgo, eu também não aguentaria viver 20 anos com meu pai mandando ver e depois 10 anos comigo pegando pesado (ambos usando todas as drogas possíveis e imagináveis).
Ainda existe uma chance, eu sei disso. Enquanto houver vida há esperança. As porradas da vida te fazem mais forte. Os ensinamentos da vida são dolorosos, mas te amadurecem. Deus é fiel!
Abasteci o texto com cinco frases motivacionais pra que você tire a arma da boca e vá assistir uma série comendo doritos e tomando coca-cola. Espero que funcione pra você, leitor, porque pra mim não está funcionando. Mas o Tool ficou de lançar um disco novo dia 30 de agosto. Eu ainda não cansei de ouvir Pink Floyd. Quem vai alimentar os gatos que subitamente aparecem? A boa e velha máquina de aliviar sofrimentos ainda está em pleno funcionamento, e por isso, eu permaneço aqui. Enquanto houver teclas e textos, haverão dores pra serem aliviadas, e por isso permaneço aqui.
Sem viagra, sem aditivos. Sem cachaça. Tudo fruto da minha tão aclamada habilidade literária (rs), que literalmente já fez eu desistir de me matar.
Vamos lá.
Certa vez eu realmente estava decidido a morrer, eu tinha 22 anos e tava cheirando e bebendo pra caralho, não via fim naquilo, não havia dinheiro, amigos e nem namoradas, eu estava sozinho em casa e comprei uma corda forte para me enforcar. Pendurei a corda numa viga e fiquei olhando ela. Fui beber pra tomar coragem pra fazer a coisa e comecei a escrever, escrevi um conto de umas oito páginas falando justamente de um jovem bem sucedido que estava decidido a se matar (e conseguia). Fiz uma puta conexão do texto com as letras do Dark Side of the Moon (num viés altamente filosófico/sociológico) e gostei muito do que li. Olhei a corda na viga, a desamarrei e decidi que naquele dia eu não faria nada.
Todos têm seus motivos pra continuar respirando. Pois é, eu também tenho o meu. E você acabou de ler ele.
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2018.10.05 02:41 DrkSrk -Poesias- (Livro : Ouro Acrético/Minha autoria)

Oceano
Lago límpido
Hábito pouco apreciativo
Ouvinte aceito,criança plena
Sagrada janela de sonhos tema.

Estruturação de uma mente de poucas memórias
Sendo as tais nada além de bons sonhos
Talvez pesadelos numa cortina de fumo e fogo
Razoávelmente sem emoção alguma
Um Diático Ascítrico Sintético Indigno
Também uma vingança de pouco objetivo
Um Cinético energético caótico Místico
Reação violenta ao que persigo
A Moeda tem dois lados mas as Fatias de uma maçã
Contém ainda mais faces desconhecidas num turbilhão
Avermelhado de variáveis e sintetização
O Magnum Opus de um grande Ser Sensação.
De Poucos Fazem-se muitos
E notas não lhes são necessárias
Uma Oração,um sacrilégio silenciado pelas bocas do vento
Maleficência e eficiência em olhos que não enxergam
Ao meu Ouvir,Pois o ver não me é permitido.
Mente,pois,de suas inebriantes propostas
E Sua língua está pregada a suas próprias palavras
Num Fruto De razões Sobrepostas
Término De um domínio de Pregações Severas
E serpenteante Venenosa Obrigação As Tuas Costas.
De quem é a culpa daqueles que não podem ouvir lamentos?
E Talvez não escutam murmúrios lançados a brasa ardente.
Paraíso Perdido de pouca ternura e Banalização
Ouvir Inconsequente,Chorar Sem Olhos,Comer Sem Boca
Um Tato Sem Mãos,Ou O Paladar Sem língua
Conteúdos de um apologético Mistério
A qual se convém a Poucos e jamais aos que testificam
Sapientes subservientes sementes No Plano Cemitério
Mande as mãos que escrevem a fornalha
Então Devorem as cinzas de sua própria falha
Mortificando-se ao justificar erros cometidos por mãos e
O Homem imperfeito nada presente
Retas numa folha de papel sem cantos
Insuperável erradicação fatalista e cataclísmica do
Absurdo fantástico ao que venera-lhe a Mente
Senão o coração A Que Pouco Bate em uma existência Crítica.

P e r o l a s A o s V e n t o s
S e F a z e m S e n t i r
E m o ç õ e s E M o m e n t o s
P a r a R e f l e t i r

Mente perturbada de poucas memórias
Então conturbada com poucas histórias
Nada compara com poucas vitórias
Também maltratada com lágrimas inglórias
E mesmo assim,mente como mente.
Para tudo e para todos deixou de existir
E seu passo frenético de nada se fez
Rotações aceleradas de olhos cínicos
Tomadas por algo apercebível,clínico
Uma manhã,um sonho de enfim se foi
Rota mística de lugar algum
Balões vermelhos que não fazem sorrir
Acrítico,acrílico,acético,Acscendente
Dominós caindo num sonho inconsequente
A fim de que possas enfim,fechar os olhos e.... dormir.

Homem De Poucas Palavras, a um pertenço e Sozinho estou.
Heliocêntricamente Abdicado de meu brilho
Livre Das Amarras Eletrônicas do Martírio
Ambivalente Ator.
E como Metálico,Me comporto em padrões Conhecidos
Agitado Por Imãs Que me põem em linha.
Como Um gênio,Crio Halos Em Meus Tecidos.
Mas Posso Ser Ametal,E não Obedecer as ordens que Continha.
Por Linhas vejo passar um período de tempo
E cada Grupo De Ossos de minha coluna é Alinhado a disposição
Numerado Em Memórias que me trazem a tona,lhes contemplo
Ao que Atomicamente Me Destilei Da raiva E retomei uma nova posição
Sinteticamente colaborado,feito sob medida,incontável
De Muitos Elementos,Balanceado
Ao que Minha valência significa Primeiro,estável
E De vários átomos Posso Me Fazer em liga atado.
Do Raio Que Convêm da tempestade,me Faço Atomico
E Meu Ser,De Alcalino,Se convêm nobre.
Ionificado,Posso Me Tornar Comico
Ser Denso Como ouro,chumbo,ou até mesmo conduzir como Cobre.

Saboreie o retorno a tua ruína
Angustiante procrastinação que o adocica
Nexo ao que prescrito és
Gravado em tenras rochas o faz eterno
Um retorno a alucinação coletiva
E do eterno o material se evidencia.
Numerosas falhas estritas em seu corpo
Escritas na margem do desgosto
Gema dilapidada e escura como a matriz de um segredo
Rota de erros,esculpida de temor e de abominação
O erro do homem se marginaliza numa escada de sangue negro.

As sete horas,o fogo queimou a todos
Mas as chamas saíram de suas bocas
Navios afundaram no álcool em palavras roucas
E o espírito incandescente avaliou-se de fogo
Silencio ecoou pelas florestas pelas bocas queimadas daqueles
Impios,peões de si mesmos ao que afagava-se a balbúrdia
Ao que caíram suas múltiplas cabeças com a espada da angústia
Com o horror que inflamava apartir deles
Olhos sangrando
Gosto rústico de aço e arame
Nomes supondo
Os olhos rutilantes
Sacrilégio ao gosto de rum e aspartame
Tempo que jamais andou durante a passagem
Incendiados por si mesmos,mortos por si mesmos a sua viagem
Conscientes de sua falha,com o arame a volta de seus pescoços
Ao tempo o tempo anda,ao que vivenciam,compostos.

O tempo onde as folhas caem ao chão
Um momento,assopradas pelo vento da unificação
Tanto eu como o destino sabemos desta data
O dia mais importante de minha jornada
No papel está escrito que devo ser como as folhas
Oceano desesperado,de múltiplas escolhas

Achado como aquele que insiste
Homem de miseria num algo que não existe
Lago de minha memoria que persiste
Incomensuravel falha a que caíste

oxɘlʇɘЯ oxɘn mɘƧ oxɘnoɔƨiᗡ oxɘvnoƆ

"Eu sou como fumaça,e passo pelos vãos de teus dedos.
intragável,escapo pelos furos dos potes onde tu me prendes...
improvável,que me catives ao que deixas aberturas por onde eu possa
passar... mas mesmo assim,mutualmente.....
neste enorme jogo de gato e rato ao que tentas me obter,ao que escapo de tuas mãos... somos um e partilhamos da mesma vontade.....
de ter um ao outro,juntos em uma eternidade."

-Réquiem Para o Meticuloso Capitão-
O capitão navega pelos lençóis de água,Desafiando a maré
Tentando buscar e saber ou entender o que é e porque é
O horizonte é equiparável ao pontilhar de sua bússola
Triunfante e exato num oceano de emoção lúcida
O Engatilhar das âncoras, anuncia o destino então alcançado
Torrencialidade em tempestades secas de areia de todo o lado
O Sol então o cumprimenta com severidade em seu calor
Tua alucinação no deserto mostrará quem deve ser a teu valor
O Deserto o chicoteia com ondas de calor escaldante
Tão somente calor enverga aos olhos o pontilhado do horizonte
O seu barco não existe,castigado pelas areias do tempo
Tampouco ao chapéu e âncoras,rasgadas da ilusão pelo vento

O sonhador em sua partida,lembrou-se dos
Segredos que foram enterrados nas nuvens
Orientação que fora feita com líquens
Natureza sólida ao seu redor
Há de haver algo maior e melhor?
Ao que o mundo é belo a tudo o que vê
Do que contêm-se nas gotas de chuva a previsão,prevê
O tempo que sempre andou e sempre irá andar
Regras para um ardor que jamais cessará

Querubins adornam tuas vestes de maneira impronunciável
Uma alva vestimenta perfeita,sob medida volúvel,palpável
E em caminhar-te ao local destinado,as pedras se movem
Ruas se tornam retas e aos velhos se entoa que são jovens
Um ser cujo destino é agradar aos outros,e jamais a si
Bom grado é o que lhe move e gratificação não busca em ti
Inapto ao grande banquete,do lado de fora remanesce
Mas não importa,pois a tudo tem,ao que convêm a ter vem e tem ao que merece

Câncer de suas indústrias que não cessam
Ao tomar vantagem da produção que almejam
Não se importando com o quanto matam
Cerrando os olhos a indiferença que exalam
E ao vapor do trem,as batidas dos carros
Reacendem as brasas dos malditos cigarros
Indicando descaso com a própria vida
Ganhando as custas de gente sofrida
E com muito desgosto
Na palidez do rosto
O que mata não é pessoas,mas o que elas criam,composto

Entretenho-lhe com entrelinhas da alma
Sobriamente apagadas,repulso a calma
Pelos dedos me esvai a vida
E pela mão me esvai a caneta tingida
Louca,vermelha de sangue ao escrever
Horas e palavras sem sentido ao alvorecer
O ponto do fim já vem depressa.
Do tempo me reserva pouco
O vazio do coração me agracia,oco
Psiquê mexida como as notícias que abalam sua vida
Linha retorcida ao que me espera somente o repouso
Alva e com foice afiada e polida
No pescoço pousa e corta a mim,tem bom uso
O tempo não preza,de levar ao que tudo de novo começa.

Obrigações de ouvir sonhos
Barras de ferro não fecham prisão
Riachos não escorrem por canos de diferentes tamanhos
Indiferença ao ouvir minha atenuante razão
Graças a ele podemos ser
Ao ouvir as gotas de orvalho caírem ao relevo
Coração batendo para que haja o florescer
Ao amor que jamais se esvairá com que escrevo
Obrigação é ser,lutar por,viver e assim então,renascer.

Desejo cegar meus olhos para jamais ver
Ensurdecer meus ouvidos para não ouvir
Saciar minha sede de saber palavras de auto preservação
E assim sustentar
Jogos de dualidade ao que a raiva toma a noite
O dia sendo coberto pela macia seda do tecelão.

Rosas sombrias de beleza inigualável
O sonho ambíguo e inseparável
Sensação única e inexorável
Ao manto de pétalas inexplorável
Sagrados gracejos e som inaudível
No lago de seus olhos pesquei
E fisguei a mais bela das rosas de verão
Ganância tê-la só para mim então
Rasurando minha mente com sonhos que nunca serão
A rosa negra que plantou em meu coração
Será lembrança das coisas que virão.

Azul royal brilho salgado
Zumbido angustiado com o gosto de sal
Um mar ríspido de orgulho e mágoa
Languidos a carcaça esmirrada da falha
Royal,imperador absoluto
Oceano impoluto de escolha e resoluto
Yahtzee cruzado,pouco se sabe ao que lhe atravessava
Ao que o mundo que ninguém contava
Labaredas escondidas a sua boca ao que nada falava.
Maestria na obra - supra sumo
Indignado ao conteúdo que consumo
Sonho que teço em minha teia e resumo
Trabalho ao que pouco anseava o amo
Indico com minhas flechas não o cupido mas o sonhador
Com passos lentos presumo e anseio pelo que vem ser,horror
O mundo de caos e linho ao que as flechas apontam a mirar o marcador
Soberano tecido do céu
O véu que cobre o seu rosto intocável
Berílio pó,chumbo corante
E da noite se faz as cinzas cortantes
Retas que não são se tornam,surreal implacável
Amarelo ouro que entorna,e cessa ao que transforma
No mundo,o ideal
O sonho cranial.
Ao que tecem as aranhas
O que encanta as entranhas
Que os ossos não tornem a voltar ao pó de que surgiram
Uma ambientação que não volte a ser principiada no que resumira
E que se tornara e vira.
Os olhos de conhaque brilharam fraco
Imperador e imperatriz,
Mestre e matriz
Príncipe e princesa,rivais por um triz
E os sonhos mirrados são concertados
Retas e linhas são de volta traçados
Ao que nada e tudo se tornam em um
Da dor que tudo sabe se torna sábio de nenhum
Orador da dor
Realidade impossibilitada de existir no ardor
Dera a mim a mão sombria
E a minha face tornara breve o tecido sonhador,e do tecelão que ainda iria
Realizar sua obra,o magnum opus que se tornaria
A realidade que iria vir,e que seria
Adorada e imprescindível
Ordem nesta casa de injustos
Roedores de pés justos
Dentes rasurados ao que malabares robustos
Emaranhados rútilos
Muitas regras ao que o azul royal dera aos seres sustos

Escrevo por poesia pois é minha maneira única
Semblante não o tenho e contemplo do templo a túnica
Corro de vozes e gemidos em onda sônica
Roo minhas unhas em vertigem crônica
E minhas palavras tornam se verso e música,sinfônica
Variações de uma ambientação disposta a ser,harmônica
Ouço a voz retocar me os ouvidos com audição clínica.

Diga-me o que não sei
Da dúvida se faz rei
Dormente nas mãos alguém
De cãibra se faz ser ok.

As engrenagens tem só uma função
Bater e funcionar como um coração
Cordas e válvulas em acordo entrarão
De certo compondo e terminando,sua nobre função.

Eu falo mais por aqui
Uma convivência sozinha e impróspera é tudo o que tenho.
Falo por mim
Ao que meus hobbies não me ajudam a afastar a solidão
Lá do fundo da psiquê a pioram
O que resta de mim então
Mas o que tenho além de suspiros
Ao que meus braços sequer me obedecem
Indo a ser aplacados por um ser invisível
Só me consome por dentro ao que não me apetece
Por
Outros já dei a voz
Roer o céu de estrelas dentro de uma casca de noz
Aqui é meu descanso e destino
Que ficará aqui comigo para sempre,vespertino
Um emblema do sonho quebrado
Ignóbil e mirrado,atado ao desprezado

Procure as você mesmo
Resuma a busca você mesmo
Oculte-se de si mesmo
Cure a ti mesmo
Una se ao mesmo
Resuma a procura pelo mesmo
E encontrará o motivo de ser o mesmo

Ele coordena a vida por parte
Languidamente admira seus livros e arte
E observa os reinos em seu estandarte.

No que deveria sentir me grato. ao que entende que
Algo morrera,preso a máquina
O que se tornara um andarilho de múltiplas facetas
Que sonhos almeja em sua vitrine
Um doce sossego
E um poeril sóbriamente juvenil?
Realizo a mim a escolha que fiz ao sustentar assim o ego
Ver o mundo como eu vejo não é fácil
Eu é que me ato a natureza a que respiro
Ruidosa mente de pouco cria muito.
Olho para ti e lembro deles.
Porém.... o que é?
O o segredo extasiante me põe a prova
Roo as unhas do saber em apreensão
Do que se faz?
O que busca?
Segredos e respostas talvez muito óbvios
Ouvi a sua história
Lhe agradaria ouvir a minha?

Eu me pergunto
Um dia poderão desejos serem realizados?
Tamanha crença nos leva a lugares nunca antes vistos
Ao que muralhas não nos separam dos sonhos.
Lindo ao que o impossível é derrubado e se troca pelo
Verdadeiro.
Eu sei o que busco e espero que um dia...
Zeros tornem se algo novamente e eu possa sonhar como você.

Muitas letras possuo,muita história guardo
Em minhas inúmeras andanças
Morros subi,estradas percorri
Ouvi histórias e as guardei na lembrança
Rios atravessei com meu maquinário
Impios derrotei com meus diálogos
A mim se percorre o dom
Sábio de guardar a memória dos seres em claro e bom tom.

Andava em zona de guerra.
Não havia ninguém nela senão soldados.
Andava com flores.
E eles com armas.
De tanta luta e sangue,o mundo tornou-se sem graça ou vida
E agora,ando com armas em meio as flores
Do contrário não viveria para ver o pôr do sol.

Alguma Vez já lhe disseram que até o futuro tem fim?
Na beira do espaço eu aviso estrelas de sua direção.
Atualmente há mais poeira do que estrelas. talvez assim
Linguagem louca,pare de entoar esta canção
Indico aos fogos e faço fatos
Tato se torna inexplicável num mundo exato
Imito e limito ao prático
Cacos de céu plástico
O Minério Eu desfaço com olhar analítico

Lenda brilhante inalcançável
Um sonhador preso a seu próprio amor a terra.
Ao que busca girar,se equiparar ao astro rei amável

Na escuridão do tecido,o berço de prata não mente ou erra
O turbilhão de estrelas ao sonho escurecido não é afável
Voam,cintilantes,ao destino final,sem paz ou guerra
A torno da majestade dos céus,de brilho emulável.

A natureza dos sábios a trouxe a mim em busca de resposta.

Não sabia o porque queria saber.
As linhas de seu martírio,sobrepostas
Também escondiam feridas incuráveis do viver.
Uma vez,um sábio me disse
Razão nenhuma encontrará nas coisas do ser
E somente ao sentir o universo como sentisse
Zumbidos de fundo,encontraria assim o que procura obter
A não ser que seja para ganho próprio

Da água não vem óleo,transformação não vem só por querer
O sonho do homem não se convêm a si,sóbrio
Somente sendo livre das amarras de si poderá então crer.

Somente abrindo os seus olhos e aspirando o que pode alcançar
A vida então poderá lhe ser tragável
Boa sabedoria que se possa realizar
Indagando por acontecimentos causados por gente afável
O sonho não morre,sendo sustentado pela coluna da vida a laçar
Somente assim o sábio encontrará o fim de sua jornada proposta.

Liso como o papel do qual compõe-se a obra
Escamoso como a pele de uma venenosa cobra
Se tiro do resto nada sobra
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2018.03.03 17:39 oscarcalheiros VOCÊ CUROU MEU CORAÇÃO DA SOLIDÃO

Essa canção mostra em sua letra o verdadeiro poder que o amor tem de transformar, mudar rumos, caminhos, pensamentos e vidas. Com o amor os olhos ganham a forma do coração e podemos enxergar um mundo mais fraterno. Quando você encontra o seu amor tudo ganha mais vida, brilho e rumamos para um horizonte feliz. Portanto, se você respeita o seu próximo está muito perto da cura de suas fraquezas pelo amor.
Você Curou o meu Coração De: Oscar e Carlos Calheiros
Ah! Eu já ouvi falar Do poder admirável Que o amor tem pra nos dar
Eu posso até me lembrar Que andava insensível Sem querer me apaixonar
Você mudou minha direção Me fez sentir feliz Esqueci as mágoas da paixão Apagou minha cicatriz
Deixei para trás o desengano Quero sempre viver em seus planos Primavera verão todo ano Porque descobri que te amo
Você curou meu coração Da solidão, da solidão Você curou meu coração Da solidão, da solidão
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